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Árvore de "Natal". Pode ser também de Valência, Pera, Hamlin, Bahia ou outras plantas cítricas. As mini-laranjeiras lançadas pela CITROLIMA têm sido usadas na decoração de fim-de-ano como árvores de Natal tropicais. São produzidas em porta-enxertos de Flying Dragon, um tipo de trifoliata originário da China, e cultivadas em vasos de cerca de 15 litros, em substratos de casca de Pinus moída e compostada. Produzem frutos normalmente. Devem ser cultivadas a pleno sol mas toleram muito bem períodos de até 30 dias dentro de casa, adaptando-se à utilização no Natal. São leves e podem ser mudadas de lugar com facilidade. São de fáceis cuidados e dão um toque tropical à passagem do ano que, para o hemisfério Sul, ocorre em pleno Verão. Os frutos nesta época estão em desenvolvimento, têm a coloração verde escura e cerca de 3 cm de diâmetro. |
| Tratamento Térmico de Borbulhas. As primeiras plantas formadas com borbulhas tratadas termicamente contra a bactéria do Amarelinho (Clorose Variegada dos Citros) em 1994 entraram em franca produção este ano. O resultado é acima do esperado, uma vez que, além da ausência do Amarelinho as plantas apresentam vigor e produtividade excelentes, indicando, talvez, benefícios adicionais do processo. O tratamento aqui desenvolvido é similar ao feito para as sementes de porta-enxertos e consiste em se expor as borbulhas a temperaturas acima de 52 graus centígrados por pelo menos 10 minutos. Os parâmetros do tratamento são ajustados ao estágio fisiológico, peso específico, e variedade cítrica das borbulhas. |
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Armazenamento de Borbulhas. Novos métodos de armazenamento de borbulhas em câmara fria têm resultado na manutenção da qualidade do material por até 6 meses. A borbulha é cortada bem madura, tratada com o fungicida benomyl, seca superficialmente e colocada em sacos de algodão envoltos por sacos plásticos. A cada 15 dias se faz uma revisão, removendo-se os pecíolos desprendidos, e secando-se superficialmente o material. O tratamento com fungicida é repetido a cada 2 meses. A temperatura varia entre 4 e 8 graus centígrados. Borbulhas podem ser guardadas assim por até 2 anos ou mais, apenas com o objetivo de se preservar o material genético, uma vez que o pegamento, embora existente, será comercialmente inadequado após o sexto mês. |
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Nova Disposição de Bancadas para Mudas. Nossos experimentos demonstram que bancadas transversais nos telados para produção de mudas cítricas apresentam significativas vantagens em relação às tradicionais bancadas longitudinais: maior ventilação, menor temperatura ambiente, facilidade no manuseio das mudas, facilidade de circulação de funcionários, e número de mudas por bancada menor, mais fácil de se administrar. O principal efeito é a diminuição da temperatura da estufa, uma vez que as laterais são totalmente livres a intervalos regulares permitindo plena circulação de ar. A pequena redução no número de vasos da estufa é amplamente compensada pelas vantagens apresentadas. |
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Antecâmaras Escuras. Testes realizados em nossas áreas de produção de mudas indicam que há vantagens na utilização de antecâmaras escuras nos telados. Isto é obtido com o uso de telas pretas ao invés de brancas. A porta de entrada da estufa também deve ser escura enquanto que a da antecâmara deve ser clara. O objetivo é não atrair insetos indesejáveis para o interior das antecâmaras. Além disso, insetos que porventura tenham entrado nas antecâmaras, são atraídos para a porta de saída, que é clara, facilitando sua eliminação. |
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